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"QUE O SENHOR TE ABENÇÕE E TE GUARDE"

QUE AS MENSAGENS AQUI INSERIDAS POSSAM CUMPRIR O SEU PROPÓSITO DE ENALTECER E PROCLAMAR AS VIRTUDES DAQUELE QUE NOS CHAMOU DAS TREVAS PARA A SUA MARAVILHOSA LUZ.

AO SENHOR DA RESSURREIÇÃO

AO SENHOR DA RESSURREIÇÃO
Todo o nosso louvor e gratidão hoje e sempre.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

" OS PASTORES E A COMPAIXÃO"


E possa compadecer-se ternamente dos ignorantes e errados; pois também ele mesmo está rodeado de fraqueza.” 
Hebreus 5:2


Compadecer!
Expressão que vem do Latim “compatescere” e que significa: “ter compaixão de”!
A parábola escolhida por nosso Senhor, Jesus Cristo, quando questionado sobre “quem é o nosso próximo” (amarás o teu próximo como a ti mesmo), em Lucas 10, nos ensina que faz a vontade de Deus aquele que se compadece, mesmo de seus inimigos naturais. O Samaritano se compadeceu do homem à beira do caminho, deixado ali para morrer após um assalto, e cuidou dele com esmero e compaixão. Esse é o dever de todo homem para com o seu próximo.
A carta de 1 Pedro, Cap. 2 verso 9, nos chama de Sacerdócio Real. Como sacerdotes do Senhor temos a incumbência de levar o evangelho a toda criatura, a nos compadecermos dos órfãos e das viúvas, a socorrermos o necessitado e o aflito. Isso é mister de todos nós!
Aos pastores, em especial, vem a normativa descrita na carta aos Hebreus: “possa compadecer-se ternamente dos ignorantes e errados”.
Quem segue a vereda da liderança, quem serve ao Senhor na árdua tarefa de ensinar, corrigir, admoestar, educar na justiça, deve ter sempre em mente que nada disso terá valor se não for feito com compaixão!
Ter compaixão é ter o mesmo sentimento, sentir a mesma dor, a mesma aflição, o mesmo pesar! Significa “identificar-se” com o outro ou “colocar-se no mesmo lugar” do seu próximo. É compreender que a fraqueza e os deslizes do outro são semelhantes ou iguais aos nossos próprios erros e deslizes e que, como nós, eles também precisam da Graça e do Perdão que vem por meio de Jesus. Isso é Amar!
Não é uma tarefa fácil! Mas é a tarefa escolhida por Jesus e concedida aos pastores que lideram o chamado povo de Deus.
Que verdadeiros Pastores se levantem entre nós, chamados pelo Senhor, e nos ajudem a firmar os passos nos preceitos de amor a que somos chamados todos.
Com a bênção do Espírito! Amém.


Paulo Braga Silveira Junior - Junho/2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

" Q U E S T I O N A M E N T O S "


Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu.” Jó 3:25

Gosto muito do livro de Jó!
Ele é uma figura humana extraordinária, capaz de manter-se firme mesmo durante grande tragédia, e ser fiel ao seu coração temente a Deus!
Não resta dúvida de que Jó é um exemplo para todos nós, de que é possível atravessar o mar das tribulações e sair dele sem ofender a Deus!
Ele nos leva a questionar a nós mesmos e a procurarmos dentro de nós essa chama bendita de fidelidade que o tornou especial nos textos bíblicos.
Se destacam, para mim, as palavras de Jó expressas no Cap. 3: 25 onde o patriarca manifesta a sua dor maior: tudo o que ele mais temia e receava, foi o que lhe sobreveio!
Nós nos pegamos, muita vez, sofrendo antecipadamente por situações que gostaríamos que nunca chegassem às portas de nosso lar. Tememos o futuro... Tememos as mudanças... Tememos o que é incerto.
A vida, contudo, não nos polpa de sofrimento meramente porque um dia entramos em uma igreja, abraçamos uma fé, nos dedicamos a ela e a conservamos em nossas mentes e corações como convicção plena! Temer a Deus e seguir os seus preceitos não nos livra das adversidades e tragédias.
Todo o mal que gostaríamos que fosse levado para bem longe de nós pode nos sobrevir a qualquer momento.
A diferença expressa no livro de Jó é que podemos seguir em frente, amparados e sustentados por um Deus que, mesmo sem intervir diretamente no problema, está conosco; orientando-nos e nos ajudando a superar o momento.
Deus é Deus de Eternidade a Eternidade.
Para Ele, o presente momento já é passado, e a história já se completou, vitoriosa, plena, abençoada pela Sua Graça e Misericórdia sem fim!
Tudo já é passado. E eis que tudo se fez novo! (II Cor. 5: 17)
Questionar os desígnios de Deus para com o presente momento é normal, é natural, mas também não muda o fato de que Ele é Soberano e Suas razões estão infinitamente num plano superior à capacidade humana!
Ele tem o domínio. Ele tem as respostas! Basta aguardar... E o Deus Maravilhoso nos revelará, a Seu tempo, tudo o que hoje se questiona nos corações.
Falamos de coisas que não entendemos (Jó 42: 3), mas o Senhor domina sobre tudo.
Questionar, pode! Duvidar da Sua Soberania, nunca.


Paulo Braga Silveira Junior, Maio/2012

terça-feira, 29 de maio de 2012

" UMA LEI DE AMOR "


Leia Gálatas 3.19-24
Estou de contínuo em perigo de vida; todavia, não me esqueço da tua lei. Salmo 119.109
A universidade na qual trabalho possui vários alunos e alunas que se deslocam diretamente de seus empregos para as salas de aula. Muita gente chega com as aulas já em andamento. Para aqueles cujas salas situam-se em andares mais altos, chegar no horário torna-se ainda mais difícil, em virtude da imensa fila para o acesso aos elevadores. O grande número de estudantes e a ansiedade para chegar às salas fazem com que, por diversas vezes, o limite de pessoas nos elevadores seja desrespeitado. Por isso, o responsável pela manutenção afixa diversos cartazes, enfatizando o peso limite. Na prática, o que acontece é que as pessoas ignoram as regras e continuam a lotar os elevadores. A adoção das regras e dos cartazes não significa que o técnico responsável pelo elevador seja radical e intransigente. As regras podem ser ignoradas e desobedecidas, no entanto, no caso de um contratempo ou acidente, não seria justo culpar o técnico. Da mesma forma, Deus "afixou cartazes", contendo leis e princípios, que podem ser encontrados na Bíblia Sagrada, a fim de nos proteger e nos orientar em todas as esferas de nossa vida. Também temos o livre-arbítrio, para ignorar e desrespeitar essas leis. Mas depois disso, não é justo considerar os "acidentes da vida" como castigos de Deus por termos desobedecido a Suas regras. 
Oração: Querido Deus, escreve Teus mandamentos em meu coração! Ajuda-me a entender e a sentir prazer na obediência à Tua Lei de amor. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia: Na Santa Lei, vemos o cuidado amoroso de Deus, que Se preocupa verdadeiramente conosco.
Oremos .
Jocélio de Souza Maciel (Volta Redonda, RJ, Brasil)


Extraído da edição do "No Cenáculo" de 29/05/2012 - Editora Cedro

segunda-feira, 21 de maio de 2012

" LEMBRANDO AS PROMESSAS DE DEUS "


Leia Salmo 145.8-19
O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo. Sofonias 3.17
......................
No grupo de estudo bíblico, o líder me entregou três páginas contendo versículos bíblicos, instruindo-me a memorizar um versículo por mês. Ao lê-los, um versículo em especial confortou-me: Sofonias 3.17. Alguns dias antes de o grupo se reunir, meu médico havia me informado de que eu tinha meningioma, um tumor na membrana que envolve meu cérebro. Ele também disse que eu precisaria me submeter a uma cirurgia. O versículo de Sofonias citado acima me lembrou o poder e o amor de Deus em meio a minha ansiedade. Repeti o versículo enquanto uma máquina fazia imagens de meu cérebro. Lembrei suas palavras quando fui internada e sempre que ficava acordada no meio da noite. Em todas as ocasiões, Deus "renovou-me no Seu amor". Durante minha longa recuperação, lembrei-me das palavras: "Deus está no meio de ti". A palavra de Deus dada pelo profeta Sofonias encorajou-me num momento difícil. Eu podia pensar em Deus, no Seu amor e bondade, em vez de me preocupar com as circunstâncias que eu não podia mudar. A memorização das Escrituras nos permite levá-las conosco onde quer que estejamos, de modo que qualquer que seja a circunstância que surja, podemos encontrar força e encorajamento de Deus, que regozija-Se em nós. 
Oração: Amado Deus, graças por Tuas santas mensagens nas Escrituras. Ajuda-nos a nos lembrar das Tuas promessas. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia: "Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo" (Colossenses 3.16).
Oremos pelas pessoas que se submeterão a uma cirurgia.
Yvonne E. Albright (Michigan, EUA)

Extraído da edição do "No Cenáculo" de 21/05/2012 - Editora Cedro


quinta-feira, 17 de maio de 2012

" ARMAS EM PUNHO "


Os que edificavam o muro, os que traziam as cargas e os que carregavam, cada um com uma das mãos fazia a obra e na outra tinha as armas. 
Neemias 4:17


A vida, certamente, é uma constante batalha!
Mesmo que sejamos homens dedicados ao trabalho do Senhor, teremos de andar sempre com o olhar atento ao mundo em derredor. Há perigo a nossa volta!
O povo de Israel passou por experiências únicas que formaram as esperanças e expectativas da nação. Sabiam muito bem que andar pelo deserto da existência requer dedicação, retidão, consagração e fidelidade. Do contrário, a derrota é certa.
Por ocasião da restauração de Jerusalém, por Neemias, Israel sabia que enfrentaria oposições. De coração sincero na obra de resgate dos valores religiosos, tinham para si a missão de reconstruir a cidade consagrada ao Senhor. Tinham de se purificarem, de purificarem seus lares, suas vidas, seus valores. A obra, tão somente, iria exigir corações totalmente voltados a ela. Mas o inimigo, sagaz e ardiloso, rondava à espreita.
Daí a necessidade de constante vigilância e precaução.
Mesmo tendo o Senhor dos Exércitos por escudo e proteção, os trabalhadores traziam à mão as armas que os defenderiam de um possível ataque. Sabiam que teriam vitória, mas a batalha seria inevitável.
Este exemplo nos faz ver que, em nossas vidas, também teremos nossas próprias batalhas e conflitos. Temos a certeza da vitória, mas também sabemos que ser crente não impedirá que a batalha ocorra. O Senhor está conosco, assim como as provações, problemas, perdas, enfermidades, e tantos outros males mais!
Por isso mesmo a vida cristã exige de nós bom senso, precaução, prudência!
Ter fé não significa afrontar as leis do Universo, estabelecidas por Deus, nem correr riscos desnecessários. O adversário anda em derredor procurando a quem esteja descuidado. É mister comunhão constante, oração e perseverança com o Espírito!
Oração e leitura bíblica são boas armas para quem quer estar preparado para as batalhas.
O Senhor dos Exércitos nos dará a vitória final!


Paulo Braga Silveira Junior – Maio/2012


quinta-feira, 10 de maio de 2012

" INSCRITO "


“O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” 
Ap. 3:5


Óh... Deus de amor, de graça e de perdão...
Senhor dos céus e Rei dos Reis, Jesus:
concede a este filho teu a Luz
da Tua paz real, em  profusão!

Os passos meus, na estrada aqui, conduz
na mais singela e pura retidão
pois, tua Voz, a mim, em mansidão
revela a vida sã que se produz!

Eu peço que me faças caminhar
levando o evangelho, a semear
os grãos que se farão aventurados.

Que tenha, eu, o nome registrado
no livro santo e seja, pois, contado
no rol dos filhos, por ti, resgatados!


Paulo Braga Silveira Junior - Maio/2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

" CAMINHOS ERRANTES "

Leia Provérbios 4.25-27

Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos. Provérbios 23.26

O garotinho confuso estava sozinho na rua, em frente à minha casa. Fiquei alarmada, especialmente porque nenhum de meus vizinhos próximos tem crianças pequenas. Ele não teve medo quando me aproximei e, de bom grado, me deu a mão. Conversamos enquanto caminhávamos em direção a uma casa a dois quarteirões de distância, onde eu sabia que vivia uma família com crianças pequenas. Ele me contou que seu nome era Heath e disse: "Eu adoro formigas". Aparentemente, seu interesse pelas formigas o tinha atraído para longe da segurança de seu próprio quintal. Ele havia seguido os pequenos insetos até acabar num lugar que não reconhecia. Todos nós somos um pouco como aquela criança. Talvez não tomemos um caminho errado deliberadamente, mas as seduções e ocupações da vida podem nos distrair e nos levar para longe da comunhão com Deus. Às vezes, acabamos em circunstâncias desagradáveis ou até perigosas, que gostaríamos de ter evitado. Deus anseia pelo nosso retorno, assim como a mãe de Heath se alegrou ao nos ver caminhando em direção à sua casa. Deus tem prazer em nos encher de amor e perdão quando voltamos para casa. 
Oração: Senhor amado, perdoa-nos por não darmos prioridade, em nossas vidas, ao relacionamento Contigo. Quando nos afastarmos, traz-nos de volta para Ti. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia: Quando nos afastamos, Deus espera com amor.
Oremos pelas crianças desaparecidas.
Muriel DeLong (Nova Brunswick, Canadá)
Extraído do "No Cenáculo" de 02/05/2012
Editora Cedro

Postado por Paulo Braga Silveira Junior - Maio/2012

quarta-feira, 25 de abril de 2012

" SUPORTE "


Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. – Colossenses 3: 13

A gritaria no quintal chamou a atenção de D. Geny.
Seus filhos, de 8 e 4 anos, discutiam aos berros e o menor já começava uma choradeira daquelas!...
Intervindo na situação, D. Geny quis saber o motivo da briga. Indignado, o filho mais velho demonstrou a sua imensa irritação pelo fato do caçula não saber colar as figurinhas, do álbum de futebol, da maneira correta. Algumas estampas estavam deslocadas de seu lugar e, ainda por cima, muita cola se esparramara pela folha colando as páginas umas às outras.
Por mais difícil que possa parecer, nós, adultos, em inúmeras situações, agimos como as crianças: discutindo bobagens!
É comum exigirmos dos outros as coisas que dominamos e que sabemos fazer com certa facilidade, sem levarmos em conta se a outra parte tem condições ou maturidade suficiente, vivencia e experiência para satisfazer as nossas expectativas.
Tendemos a querer que as outras pessoas tenham a mesma postura nossa, frente aos dilemas e dificuldades do viver, mas esquecemos de que somente nós vivemos a nossa vida; e cada qual dos outros viveu momentos e circunstâncias que lhe são peculiares e únicos.
Olhar o próximo com humildade suficiente para entender que ele é um aprendiz, como nós próprios somos, é uma tarefa que temos de aprender.
Na parábola dos trabalhadores para a vinha, registrada em Mateus 20, entendemos que existe uma hora para o chamado que difere de trabalhador para trabalhador. Alguns são chamados na mais tenra idade... Outros tantos passam pela vida e, só no final da jornada, recebem o toque que os capacita para a lavoura!
Portanto...
Deixemos que os mais inexperientes se sintam confortáveis para que tenham tempo de aprendizado e possam completar a carreira. Com nosso suporte e nossa ajuda!
Assim, nada de discussões e contendas!
O Senhor da Seara está atento.


Paulo Braga Silveira Junior
Abril / 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

" AS COISAS DE DEUS "


“...porque não cogitas das coisas de Deus.”
Mateus 16: 23

“Bem aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne nem sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus”... (Mt. 16: 17)
Que coisa maravilhosa receber a aprovação do Filho de Deus! Ouvir, do próprio Senhor, que estamos em consonância com o Seu querer e a Sua vontade.
Pedro experimentou esta sensação quando Jesus perguntou a seus discípulos quem eles achavam que Ele era.
“Tú és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. (Mt. 16: 16)
O Espírito Santo agiu no coração de Pedro e seu testemunho foi fiel, verdadeiro.
Mas, a experiência de Pedro não parou por aí. Na sequencia da narrativa, Jesus começa a dizer aos seus companheiros que deveria descer à Jerusalém e que, ali, Ele seria entregue as autoridades e padeceria nas mãos destes até à morte.
Imediatamente o discípulo se enche de energia e autoridade e passa a repreender a Cristo dizendo que deveria ter compaixão de si mesmo; que estas coisas não Lhe aconteceriam.
“Aparta de mim, Satanás, porque não cogitas das coisas de Deus”. (Mt. 16:23)
Nossa! Que contraste. Num momento, instrumento do Espírito; no outro... de Satanás!
Isso me chama a atenção para a imensa multidão que vem se apropriando de textos bíblicos e proclamando inverdades, em nome de Jesus, asseverando que algumas situações não atingirão a vida do homem crente. Enfermidades, crises, separações, falências, derrotas... Se fizerem assim... Ou se fizerem assado... Jamais isto lhes acontecerá!
Não cogitam das coisas de Deus!
Esse mesmo Pedro, que negou a Cristo 3 vezes numa mesma noite, se vê agora contrito e quebrantado quando o Senhor lhe aparecesse ressurreto. Jesus lhe pergunta, por 3 vezes: “Pedro, tu me amas?”
A resposta de Pedro era sincera. Ele O amava! Com todas as suas forças.
No entanto, ele é advertido que, em função deste amor sincero, verdadeiro, genuíno, teria os olhos traspassados e ficaria cego. Nos seus últimos dias de vida seria conduzido pelas mãos de outros. Isto estava nos desígnios de Deus (Jo 21: 18).
Quando Estevão, cheio do Espírito Santo, foi apedrejado, ele morreu! (Atos 7: 59)
De onde vem as contundentes afirmativas de que o homem cristão fica livre dos males se for bom dizimista, se frequentar religiosamente a igreja, se seguir à risca as leis e mandamentos de Deus?
Só encontro uma resposta: quem faz tais afirmações não cogita das coisas de Deus!
Tais afirmativas são mentirosas. Não procedem da Palavra!
Melhor, então, que de tais discípulos, ou apóstolos, nos apartemos.


Paulo Braga Silveira Junior – Abril/2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A ULTIMA REFEIÇÃO DE UM CONDENADO

A última refeição de um condenado
Leia 1 Coríntios 11.23-26
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. 1 Coríntios 11.26
......................
Na maioria das culturas, os presos condenados podem pedir qualquer coisa, dentro do razoável, como sua última refeição. Seus pedidos, às vezes, são incomuns: tacos, quiabo frito, meio bolo. Às vezes, são mais comuns: bife, frango, sorvete. Muitas vezes, eu imagino como seria saber que estou comendo minha última refeição e o que eu pediria. Mesmo quando Jesus fazia Sua última refeição, Ele continuou a ensinar Seus discípulos, usando o pão e o vinho para comunicar algo que eles não estavam dispostos a aceitar. Ele ia morrer. Eles só compreenderam o pleno significado da mensagem após Sua morte sacrificial e gloriosa ressurreição. Mas, por séculos depois disso, os cristãos e cristãs têm celebrado o que hoje chamamos de Última Ceia em recordação do que Jesus fez por nós. E se imaginássemos, da próxima vez que nos sentássemos para uma refeição, que ela seria a última? Talvez fizéssemos de tudo para que o resto do nosso dia contasse um pouquinho mais. Talvez até tivéssemos mais coragem de contar a alguém sobre um Salvador que, em Sua última refeição e fôlego, pensou em nós. Que dádiva maravilhosa Ele nos deixou. Por que não partilhá-la?
Oração: Amado Pai, que nunca nos esqueçamos do sacrifício que a Páscoa envolve. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia: Hoje, pode ser o último dia para partilhar a notícia da salvação.
Oremos pelas pessoas que nunca ouviram o Evangelho.
Richard Mabry (Texas, EUA)



(EXTRAÍDO DO "NO CENÁCULO" DE 05/04/2012)